Azoto e ar comprimido para a indústria naval e marítima
Projetamos, instalamos e mantemos sistemas de geração de azoto a bordo e centrais de ar comprimido para navios-tanque, porta-contentores, embarcações de carga química e plataformas offshore. Soluções conformes com SOLAS e IMO, que eliminam o risco de explosão na inertização de tanques e garantem o transporte seguro de cargas inflamáveis e sensíveis.
250+
Instalações executadas em Portugal e mercados internacionais
35anos
De engenharia aplicada a gases industriais
Azoto gerado a bordo, segurança em conformidade com SOLAS, em qualquer rota.
Conformidade · Certificações
Padrões reconhecidos
internacionalmente
-
SOLAS
Segurança da vida humana no mar
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IMO MODU Code
Unidades móveis de perfuração offshore
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ISO 8573-1:2010
Qualidade do ar comprimido
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IGC / IGF Code
Transporte de gases e cargas a granel
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Sociedades Classificadoras
DNV · Lloyd's · Bureau Veritas
Do tanque de carga à sala de máquinas
O azoto e o ar comprimido percorrem praticamente todas as operações críticas de um navio, da inertização de tanques de carga ao acionamento pneumático na sala de máquinas. Cada função tem um requisito de pureza, pressão e caudal próprio. Dimensionamos sistemas que produzem gás a bordo, sob procura, eliminando a dependência de fornecimento em garrafas.
Inertização de tanques de carga
A inertização consiste em substituir a atmosfera do tanque de carga por azoto, reduzindo o teor de oxigénio para níveis abaixo do ponto de ignição — tipicamente abaixo de 5% a 8%. É a primeira linha de defesa contra explosões em navios-tanque que transportam hidrocarbonetos e produtos químicos inflamáveis. Dimensionamos geradores PSA ou de membrana para o volume e o ritmo de inertização exigidos pela embarcação.
Purga de tanques e tubagens
A purga remove vapores de hidrocarbonetos e contaminantes residuais de tanques, tubagens e espaços fechados, prevenindo a formação de misturas perigosas. É um processo distinto da inertização e essencial entre cargas diferentes. O azoto gerado a bordo permite purgar com segurança, sem humidade residual que possa danificar equipamento ou carga.
Blanketing e padding de carga
O blanketing cria uma camada densa de azoto sobre a carga, deslocando gases perigosos e impedindo o contacto com oxigénio. É prática corrente em navios químicos que transportam produtos altamente inflamáveis, normalmente a pressões muito baixas. Gerar o azoto a bordo torna esta operação económica, contínua e independente de fornecedores externos.
Stripping de cargas químicas
O stripping com azoto remove resíduos de carga oleosa dos tanques de navios químicos, garantindo a descarga até níveis virtualmente isentos de resíduo — um requisito ambiental e operacional. Especificamos sistemas com caudal e pureza adequados ao tipo de carga e ao tempo de operação em porto.
Ar de trabalho, controlo e arranque
Para além do azoto, o navio depende de ar comprimido para arranque de motores, ar de controlo de instrumentação, ferramentas pneumáticas e operações de manutenção. Projetamos centrais de ar comprimido — isento de óleo onde exigido — dimensionadas para o pico de utilização e protegidas contra o ambiente marítimo corrosivo.
Plataformas e unidades offshore
As unidades offshore e MODU exigem azoto e ar comprimido com conformidade reforçada — incluindo especificações NORSOK — para inertização, prevenção de incêndio e operações de processo. Dimensionamos sistemas robustos, com redundância, monitorização contínua e documentação pronta para auditorias das sociedades classificadoras.
Confiam em nós
Instalações reais. Engenharia visível.
Do desenho de engenharia à entrega em obra — instalações concebidas para durar, monitorizadas em tempo real e suportadas por equipas técnicas certificadas.
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Engenharia de gases pensada para a segurança no mar.
A bordo de um navio-tanque, a atmosfera dentro de um tanque de carga é uma questão de vida ou morte. Uma mistura de hidrocarbonetos e oxigénio à concentração errada é tudo o que separa uma travessia de rotina de um incêndio ou explosão. É por isso que a inertização com azoto deixou de ser uma opção e passou a ser um requisito SOLAS e por que a fiabilidade do sistema de geração de azoto não admite compromissos.
Geração a bordo, pureza sob procura
A Briskfil projeta sistemas que produzem azoto a bordo, sob procura, na pureza exigida por cada operação. A geração on-site elimina a dependência logística do fornecimento em garrafas, reduz custos operacionais e garante que a embarcação tem gás disponível em qualquer rota — sem depender de portos de reabastecimento. Onde o teor de oxigénio é crítico, especificamos sistemas PSA de alta pureza; onde o espaço e a robustez mandam, integramos geradores de membrana.
Atmosfera segura em cada tanque de carga.
A bordo de um navio-tanque, a segurança começa na atmosfera do tanque de carga. A Briskfil projeta e integra sistemas de geração de azoto que mantêm essa atmosfera dentro dos limites exigidos pela SOLAS, com a fiabilidade que uma travessia não permite pôr em causa, em qualquer rota.
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Retorno claro a cada travessia
Para consumos regulares de azoto a bordo, a geração on-site tem retorno claro face ao fornecimento em garrafas, com poupanças que se acumulam a cada travessia e autonomia operacional total em qualquer rota do mundo. Veja os nossos projetos ou solicite uma auditoria gratuita para a sua frota.
Azoto e ar comprimido na indústria naval: tudo o que precisa de saber.
Da inertização SOLAS à escolha entre PSA e membrana, tudo o que está por detrás de um sistema marítimo seguro, conforme e eficiente.
O azoto é usado a bordo principalmente para inertização de tanques de carga, substituindo o oxigénio para prevenir explosões em cargas inflamáveis. Serve também para purga de vapores de hidrocarbonetos, blanketing (cobertura protetora) de cargas químicas, stripping de resíduos de carga oleosa, e inertização de tubagens de carga. Por ter baixa inflamabilidade e baixa toxicidade, o azoto é o gás inerte de eleição em aplicações marítimas e offshore, protegendo a tripulação, a carga e o ambiente.
A inertização consiste em substituir a atmosfera de um tanque de carga por um gás inerte, normalmente azoto, para reduzir o teor de oxigénio abaixo do nível que permite a combustão, tipicamente para menos de 5% a 8%. Em navios que transportam hidrocarbonetos e produtos químicos inflamáveis, a inertização é exigida pela convenção SOLAS como medida fundamental de prevenção de explosões. Um gerador de azoto a bordo garante o fornecimento contínuo necessário para manter esta atmosfera segura em qualquer ponto da viagem.
Os dois produzem azoto a partir do ar comprimido, mas por métodos diferentes. O gerador de membrana faz passar o ar comprimido por fibras poliméricas que separam o azoto das outras moléculas; é compacto, robusto e ideal para espaço limitado a bordo. O gerador PSA (adsorção por variação de pressão) separa os gases com base na afinidade molecular sob pressão, atingindo purezas mais elevadas. Para aplicações como a prevenção de incêndio, que exigem pureza de 95% a 98% ou superior, a escolha depende do caudal e da pureza necessários, a Briskfil dimensiona a solução certa para cada embarcação.
Para navios com consumo regular de azoto, gerar o gás a bordo é significativamente mais económico e seguro do que depender de garrafas ou de reabastecimento em porto. A geração on-site elimina a dependência logística, garante disponibilidade contínua em qualquer rota, reduz custos operacionais e remove o risco de rutura de fornecimento. Em navios-tanque químicos, é também uma forma direta de manter a conformidade SOLAS sem dependência de terceiros.
Os sistemas de azoto e gás inerte a bordo são regulados pela convenção SOLAS (segurança da vida humana no mar), pelo IMO MODU Code para unidades offshore, e por normas adicionais como a NORSOK em aplicações offshore especializadas. A qualidade do ar comprimido associado segue a ISO 8573-1:2010, e todos os sistemas devem ser aprovados pelas sociedades classificadoras relevantes (DNV, Lloyd’s Register, Bureau Veritas, entre outras). A Briskfil entrega os sistemas com toda a documentação e aprovações necessárias.
"As perguntas mais frequentes que recebemos de quem opera, mantém e especifica sistemas industriais."
















