Deteção de fugas em redes de ar comprimido e gases
A deteção de fugas é a forma mais rápida e barata de reduzir a fatura energética de uma rede de ar comprimido. As fugas passam despercebidas, mas representam um desperdício energético significativo. Detetá-las e corrigi-las tem retorno imediato. A Briskfil faz exatamente isso, com tecnologia ultrassónica de alta precisão.
Até30%
de redução no consumo energético
<12meses
payback típico em consumos elevados
35anos
de experiência em gases industriais
A fuga não faz barulho na fatura, mas está lá todos os meses
Uma fuga de ar comprimido não para a produção, não dispara um alarme e não se vê. É por isso que passa tão facilmente despercebida. Mas trabalha 24 horas por dia, 365 dias por ano, a consumir energia que paga e não usa. Numa rede industrial típica, estas fugas podem chegar a 30 por cento do consumo total, e a deteção de fugas é o retorno mais rápido de toda a gestão de ar comprimido.
- Desperdício invisível – As fugas consomem energia continuamente, mesmo com a produção parada.
- Retorno imediato – Corrigir fugas é a medida de eficiência com o payback mais curto que existe.
- Sem interrupções – a deteção por ultrassons é feita com a fábrica a laborar.
- Complementa a auditoria – A deteção de fugas integra-se na auditoria energética para uma otimização completa.
Especialistas na deteção de fugas por ultrassons
Numa rede mal mantida, as fugas podem atingir 30 por cento do consumo total e, em casos extremos, até 50 por cento. O efeito na fatura é imediato e permanente. É por isso que a deteção de fugas é sempre a primeira medida que recomendamos.
A Briskfil oferece um serviço especializado de análise e correção de fugas, através de tecnologia ultrassónica de alta precisão, capaz de identificar fugas de diâmetros reduzidos a longas distâncias.
Todo o processo é realizado sem necessidade de parar a produção. O equipamento ultrassónico distingue os sons de fundo típicos da fábrica dos sons gerados pelas fugas. É uma vantagem decisiva para empresas com funcionamento contínuo, onde parar a atividade não é uma opção.
Ao detetar e corrigir estas fugas, reduz desperdícios e melhora a eficiência energética da rede. O funcionamento torna-se mais sustentável e mais económico. A manutenção preventiva mantém esse ganho ao longo dos anos, em vez de o deixar voltar a degradar-se.

Como fazemos a deteção de fugas, passo a passo
01 · Inspeção ultrassónica da rede Percorremos a rede de distribuição com equipamento ultrassónico de alta precisão. O equipamento capta o som inaudível gerado pelo ar a escapar. Encontra fugas de diâmetro reduzido a vários metros de distância, com a fábrica em pleno funcionamento.
02 · Localização, registo e quantificação Cada fuga é localizada, identificada e registada, com estimativa do caudal perdido e do custo associado. Transformamos cada fuga num número, para que saiba exatamente o que está a desperdiçar e onde.
03 · Correção e validação Corrigimos as fugas identificadas e validamos a reparação, devolvendo a pressão e a eficiência à rede. Uma segunda passagem de deteção de fugas confirma que nada ficou por resolver. O resultado é uma fatura mais baixa e um sistema mais estável.
Porque é que a deteção por ultrassons funciona
Quando o ar comprimido escapa por uma fuga, gera um som de alta frequência. Está em grande parte acima do limite da audição humana. O equipamento ultrassónico capta exatamente essas frequências, o que lhe dá três vantagens decisivas num ambiente industrial
- Deteta o inaudível — Encontra fugas que o ouvido não capta, sobretudo as pequenas, que são as mais numerosas e as mais ignoradas.
- Funciona com ruído de fundo — Distingue o som da fuga do ruído normal da fábrica, o que permite inspecionar sem parar a produção.
- Localiza à distância — Identifica a origem exata da fuga mesmo a vários metros e em zonas de difícil acesso.
É a diferença entre saber que há fugas algures e saber exatamente onde estão e quanto custam.
A eficiência energética industrial em Portugal é acompanhada pela ADENE e pela Direção-Geral de Energia e Geologia. A avaliação energética de sistemas de ar comprimido tem referencial próprio na norma ISO 11011. A deteção de fugas produz precisamente os dados de caudal perdido que essa avaliação exige.
Perguntas frequentes sobre deteção de fugas
As fugas podem representar até 30% do consumo total de uma rede de ar comprimido, e em casos extremos chegar a 50%. Como o ar comprimido é uma das formas de energia mais caras da indústria, este desperdício traduz-se diretamente num aumento expressivo da fatura energética. A boa notícia é que é também o desperdício mais rápido e barato de corrigir.
Através de tecnologia ultrassónica de alta precisão. Quando o ar escapa por uma fuga, gera um som de alta frequência, em grande parte inaudível para o ouvido humano. O equipamento ultrassónico capta essas frequências e localiza a origem exata da fuga, mesmo em fugas pequenas, a vários metros de distância e em zonas de difícil acesso.
Não. A deteção por ultrassons é feita com a fábrica em pleno funcionamento, porque o equipamento distingue o som das fugas do ruído de fundo normal da produção. Esta é uma vantagem decisiva para empresas com funcionamento contínuo, em que parar a atividade não é uma opção.
As fugas pequenas são as mais numerosas e as mais ignoradas, precisamente por serem inaudíveis. Somadas e a trabalhar 24 horas por dia, representam uma parte muito significativa do desperdício total.
A correção de fugas é, em regra, a medida de eficiência energética com o payback mais curto num sistema de ar comprimido. Como as fugas consomem energia continuamente, cada uma corrigida deixa de pesar na fatura a partir do momento da reparação. A Briskfil quantifica o caudal e o custo de cada fuga detetada, para que veja o retorno em números concretos.
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