Consultoria de Gases Medicinais para Hospitais
A área hospitalar exige gases medicinais tratados como medicamentos, não como consumíveis. Projetamos, instalamos e mantemos centrais de oxigénio medicinal e de ar comprimido medicinal em hospitais, clínicas e laboratórios. Conformidade total com a EN ISO 7396-1, a Farmacopeia Europeia e as diretrizes da Direção-Geral da Saúde.
24/7
Equipa técnica disponível para qualquer emergência
35anos
De experiência acumulada da nossa equipa em gases medicinais e industriais
Área hospitalar em Portugal e em mercados internacionais
Conformidade · Certificações
Padrões reconhecidos
internacionalmente
-
EN ISO 7396-1
Sistemas de gases medicinais
-
Farmacopeia Europeia
Pureza para uso clínico
-
HTM 02-01
Referencial técnico britânico
-
ISO 8573.1:2010
Qualidade do ar comprimido
-
DGS · Infarmed
Apoio total à certificação
Cada departamento hospitalar exige uma resposta diferente
A distribuição de gases medicinais num hospital obedece a perfis de carga, pureza e segurança específicos por área. Dimensionamos sistemas que respondem a cada cenário, desde o bloco operatório de alta complexidade ao laboratório clínico.
Confiam em nós
Instalações reais. Engenharia visível.
Do desenho de engenharia à entrega em obra — instalações concebidas para durar, monitorizadas em tempo real e suportadas por equipas técnicas certificadas.
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Área hospitalar: tecnologia que protege vidas em ambientes de máxima exigência
Os gases medicinais não são consumíveis, são medicamentos. São regulados como produtos farmacêuticos pelas autoridades de saúde a nível internacional. Têm de cumprir requisitos farmacêuticos, definidos na Farmacopeia Europeia e em monografias equivalentes. Têm ainda de cumprir requisitos técnicos, definidos na EN ISO 7396-1. Esta dupla exigência separa a área hospitalar de qualquer instalação industrial. É a razão pela qual a Briskfil mantém uma divisão técnica dedicada ao setor da saúde. Em Portugal, a certificação envolve a Direção-Geral da Saúde e o Infarmed.
Projetamos centrais que combinam geração no local de oxigénio medicinal e ar comprimido medicinal isento de óleo, conforme a HTM 02-01. Incluímos vácuo clínico com tripla redundância. As redes são executadas em cobre desoxidado, brasadas em atmosfera inerte. Todos os componentes são certificados para uso medicinal
“Um sistema de gases medicinais bem desenhado é invisível para a equipa clínica. Funciona, gera os alarmes certos e não falha. Esse é o nosso indicador de qualidade.”
Acompanhamos hospitais desde a auditoria às instalações existentes, ao dimensionamento, instalação, validação conforme EN ISO 7396, e manutenção preventiva 24/7 com SLA inferior a 4 horas. Toda a documentação é entregue pronta para inspeções regulatórias e auditorias internacionais.
Acompanhamos a área hospitalar desde a auditoria energética às instalações existentes até ao dimensionamento e à instalação. Fazemos a validação conforme a EN ISO 7396-1. Asseguramos a manutenção preventiva 24/7, com SLA inferior a 4 horas. Toda a documentação é entregue pronta para inspeções regulatórias e auditorias internacionais
Números que Importam
-
Pureza assegurada
O2 e ar medicinal
100% -
Conformidade
EN ISO 7396 · Farmacopeia
100% -
SLA de resposta
em sistemas críticos
<4h -
Poupança vs cilindros
na geração no local
60–80% -
Suporte técnico
a nível global
24/7
Respostas técnicas para decisores da área hospitalar
As perguntas mais frequentes que recebemos de quem opera, mantém e especifica sistemas hospitalares.
Um sistema na área hospitalar tem de cumprir simultaneamente requisitos técnicos e farmacêuticos. Tecnicamente, a referência é a EN ISO 7396-1, que regula o projeto, instalação e operação das redes de gases medicinais. Em termos de pureza, os gases têm de cumprir a Farmacopeia Europeia, sendo regulados como medicamentos. Em Portugal, o licenciamento e a certificação envolvem ainda a DGS e o Infarmed. Para o ar comprimido medicinal aplica-se a HTM 02-01 e a ISO 8573-1. Projetamos e documentamos cada central para passar inspeções regulatórias sem ressalvas.
Para consumos acima de 5 Nm³/h, a geração on site de oxigénio medicinal reduz custos entre 60 e 80 por cento face ao fornecimento por garrafas ou cisterna. Elimina a logística de receção e devolução, garante autonomia em situações de rutura de abastecimento e o retorno do investimento situa se tipicamente entre 24 e 48 meses, com poupanças acumuladas ao longo de mais de uma década.
O ar comprimido medicinal é considerado um medicamento e tem de ser oil free, com pureza validada conforme a Farmacopeia Europeia e a HTM 02-01. Exige monitorização contínua de ponto de orvalho, monóxido de carbono, dióxido de carbono e teor de óleo, com alarmes em painel de área. Um sistema industrial não cumpre estes requisitos, mesmo quando filtrado. É por isso que mantemos uma divisão técnica dedicada exclusivamente ao setor da saúde.
O bloco operatório utiliza simultaneamente oxigénio medicinal, ar comprimido medicinal, óxido nitroso, vácuo clínico e, em criopreservação, azoto. Cada terminal exige pressão estável, comutação automática entre fontes e alarmes por área. Projetamos estas redes com tripla redundância e monitorização permanente, para que o sistema funcione sem que a equipa clínica precise de pensar nele.
Em áreas como bloco operatório, cuidados intensivos e emergência, uma falha de fornecimento de gás coloca vidas em risco. A tripla redundância garante que existem sempre três fontes independentes de abastecimento, com comutação automática, de modo a que nenhuma falha de equipamento, manutenção ou rutura interrompa o fornecimento. É um requisito da EN ISO 7396-1 para os pontos mais críticos.
"As perguntas mais frequentes que recebemos de quem opera, mantém e especifica sistemas industriais."
















